terça-feira, 30 de setembro de 2014

Mormaii sustentável - Eco Vibe representa moda e consciência

Eco Vibe é moda sutentável. Foto: Michele Cruz 

Por Daniela Vinci

A Mormaii preparou uma linha de roupas sustentáveis, inspirada na história de quem a produz em tecidos reaproveitáveis, na arte e em todos aqueles que fazem do planeta um habitat mais ecologicamente correto. A Eco Vibe representa moda, expressão e consciência, e já está disponível em todas as lojas da rede.

As peças são fabricadas com um mix de fios desfibrados e fibras de garrafas PET. A sustentabilidade entra na reutilização de resíduos de algodão colorido, evitando que substâncias poluentes sejam descartadas no meio ambiente. Além disso, são utilizadas 22 garrafas de 2 litros para produzir 1 kg de fibra. A cada rolo de malha produzido são eliminadas 165 garrafas pet da natureza.

As estampas foram desenvolvidas pelo artista Duka, que é designer na Mormaii há 14 anos e suas obras são feitas de palitos e caixas de fósforo reutilizados para criar formas, objetos e elementos inspiradores.

A produção é toda feita no Brasil em oficinas de costura locais de Garopaba (SC), beneficiando também a comunidade. A linha Eco Vibe Mormaii faz parte da coleção Verão 2015, que traz o conceito de consumo consciente e estará disponível em todos os pontos de venda da marca.

Para saber mais, acesse o site da Mormaii

Artista Duka desenvolve as estampas da coleção Eco Vibe. Foto: Michele Cruz 

Muitas Águas - As crônicas de um fotógrafo


Motaury reúne suas experiências de fotógrafo e de surfista no livro Muitas Águas

O fotógrafo Motaury Porto é um grande amigo desde 1985, quando eu o conheci na redação da revista Fluir.

Anos depois, já na era digital, final de 2002, quando eu trabalhava no Waves, o convidei para escrever sobre as aventuras de surfista e de cara de mídia.

Ele topou na hora, claro! E poucos dias depois me enviou a primeira edição de Muitas Águas -  Na terra de Fidel Castro.

Os anos rolaram e, 11 anos depois, ele reúne as crônicas num projeto editorial moderno que envolve e-book e livro, com uma belíssima capa produzida pelo artista paranaense Tom Veiga. São histórias reais e algumas fantasias de surfista descritas num linguagem divertida e cativante, com alguns dos melhores momentos de suas viagens atrás das ondas, reflexões e experiências.

"O objetivo principal das colunas no site era compartilhar minhas experiências nestes anos todos como surfista e fotógrafo de surf. Acredito que todos tem suas histórias. Cada um com sua própria visão de mundo. Assim, ao dividir isto, aprendemos uns com os outros", diz Motaury.

"Pegar onda é uma das experiências mais maravilhosas e intensas que um ser humano pode ter. O surf nos envolve de uma maneira única e desde garoto, quando comecei a pegar onda e depois ao registrá-las em fotografias, tentei achar maneiras de estar vivendo o máximo possível este universo", explica.

"A ideia de lançar o livro foi formatando e se concretizando. Tinha este desejo de ver as colunas se transformarem num livro. Mas com o passar do tempo os próprios internautas foram me pedindo pelo forum do site. Interpretei este pedido como o amadurecimento para o projeto do livro se concretizar", avalia.

"Como um livro publicado convencionalmente exige custos bem altos, busquei então produzi-lo independentemente. E como vivemos a era digital e recentemente passei a ler meus livros em tablet, pensei: por que não fazer uma versão digital e colocá-lo na internet para alcançar muitos potenciais leitores com apenas alguns clics?", conta.

"Bingo, estava tomada a direção e me sinto muito realizado e grato a Deus e a todos os envolvidos na produção deste material inédito", diz.

Além da versão impressa, Muitas Águas está disponível nas seguintes plataformas: Desktop, eReaders (Kobo e Kindle), Android, Tablets, iOS e Blackberry.

Nesta quarta-feira, ele recebe os amigos e admiradores para o lançamento de Muitas Águas na capital paulista.

Clique aqui para saber mais

Muitas Águas para venda online

Kobo: R$ 11,10

Amazon: R$ 9,90

Saraiva: R$ 9,90

Girl and the Sea - As donas do pico


Vovó cocota



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

The White Stripes - The Hardest Button to Button




Wheels & Waves resgata espírito de Easy Rider

Wheels & Waves rola todos os anos durante o verão em Biarritz, França, e reúne apaixonados por motos e surf. Evento é um dos últimos redutos dos freaks de toda a Europa. Clique aqui para saber mais sobre o Wheels & Waves


Churrasquinho na praia

Lee Meirowitz prepara o jantar com os amigos. Clique aqui para ler a receita completa do espetinho de robalo


Beach Grit elege Medina campeão

Home do Beach Grit celebra o título de Gabriel Medina
Pode não ser hoje, mas vai ser amanhã: Gabriel Medina campeão do mundo. Esta é a grande expectativa do Brasil no momento. Uma torcida que vai do surfista anônimo à TV Globo. Mas o californiano Chas Smith, um dos editores do Beach Grit, vai além e antecipa a notícia em primeira mão.

Não, claro que não, ele não está comentando uma notícia que ainda não aconteceu.

Mas, como esta notícia tem tem tudo para acontecer num futuro não muito distante, ele se diverte com vários detalhes desta história e aproveita para nos divertir bastante com um longo e belo texto muito respeitoso para com a comunidade brasileira ao exibir um conhecimento bem interessante sobre a história do esporte no país, a ponto de relacionar muitas referências em sua pesquisa que vão da ditadura militar e de Oscar Niemeyer à Luana Piovani e à "Garota de Ipanema".

"O Brasil é o futuro do esporte", escreve Smith, ex-editor da americana Surfing e colaborador da australiana Stab Magazine. Na verdade, ele nem chega a falar tanto assim de Medina. Tanto que não deixa de citar os moleques do chamado Brazilian Storm, incluindo um sobrenome sagrado ao falar de Filipe "Holy" Toledo, o garoto de Ubatuba que também tem prancha voadora sob os pés.

Smith admite já ter sido rabeado por brasileiro folgado em algum pico por aí, mas ele também não está em busca de polêmicas ou de uma tentativa estigmatizar o surfista brasileiro por algum comportamento hostil dentro ou fora da água.

O texto está mais inclinado em contextualizar o surf no Brasil desde os primórdios de sua origem polêmica (Santos anos 40 ou Rio anos 60?), do que radiografar e explicar o arsenal de manobras aéreas do surfista de São Sebastião.

"Quando não está desafiando ondas gigantes, Carlos Burle faz publicidade na TV dos pneus Bridgestone. Quando não está enfrentando Kelly Slater, Gabby Medina faz comerciais para a Renault. Alejo Muniz é patrocinado pelo Santos, um dos times de futebol mais populares do Brasil. Algo como o jovem Dane Reynolds ser patrocinado pelo Dallas Cowboys ou o jovem Kolohe Andino ser patrocinado pelo Los Angeles Lakers", relata Smith.

Clique aqui para ler o imperdível artigo de Chas Smith no Beach Grit




Muitas Águas - Motaury lança livro em Sampa

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Motaury recebe amigos e admiradores na Star Point para o lançamento de Muitas Águas em SP

A flagship store da Star Point, localizada em Moema, promove coquetel especial na próxima quarta-feira, 1 de outubro, para o lançamento da versão impressa do livro do jornalista e fotógrafo Motaury Porto, intitulado "Muitas Águas" - obra que antes estava disponível apenas na versão e-book.

A partir das 18 horas os clientes poderão bater papo, tirar fotos e receber autógrafos do autor. O evento contará também com uma exposição fotográfica do artista e um pocket show com a banda do Edú Marron, para animar a galera.

Motaury decidiu publicar o livro devido ao sucesso do conteúdo acumulado em dez anos de crônicas publicadas no portal Waves. Reuniu seus textos com histórias reais e algumas fantasias de surfista descritas num linguagem divertida e cativante, com alguns dos melhores momentos de suas viagens atrás das ondas perfeitas, reflexões e experiências.

"O objetivo principal das crônicas era compartilhar minhas experiências nestes anos todos como surfista e fotógrafo de surf. Acredito que todos têm suas histórias. Cada um com sua própria visão de mundo. Assim, ao dividir isto, aprendemos uns com os outros", diz Motaury.

Para os apaixonados por livros e por surf essa é a oportunidade de ter em seu acervo pessoal uma obra de surf brasileiro.

Não perca!

Evento gratuito e aberto ao público.

Serviço:
Evento: Coquetel de lançamento livro Muitas Águas (versão impressa)
Local: Flagship Store Star Point
Endereço: Av. Irai, 224 - Moema
Fone: 5561-1504
Horário: das 18h até as 22h

Para saber mais, acesse Star Point:
facebook.com/starpointoficial
Instagram: @star_point

Informações à imprensa:
MktMix Assessoria de Comunicação
Tânia Otranto/ Balia Lebeis / Roberto Ethel
Contato: Daniela Vinci
danielavinci@mktmix.com.br
Tel: (11) 3060-3640 r. 3613

Night Beats - The Seven Poison Wonders




Nova Zelândia - Passaporte para a destruição



External World - Um mundo em suspense

Mitch Coleborn alça voo em External World

domingo, 28 de setembro de 2014

The Who - My Generation (Woodstock)


O fantástico mundo de Manic Phantasmic

Jared Mell é atração do vídeo psicodélico da Insight Clothing



You Really Got Me - 50 anos de distorção



Portishead - Glory Box


A miragem sensual de Penelope Cruz

Penelope Cruz dirige anúncio da marca inglesa de lingerie Agent Provacateur

Um dia de skate e arte com Haroshi

Clique aqui para acessar o site do skatista japonês Haroshi

A DAY WITH HAROSHI from EASTPAK FRANCE on Vimeo.


Burning Man pelos ares


Peter Townend - Influências improváveis

Confira no vídeo abaixo as surpreendentes influências do aussie Peter Townend, campeão mundial de 1976


Seakong - A procura da merreca perfeita




Arbor Skateboards - James Kelly em Burn It Down


Chanel Stewart - Modelo da moda



Timelapse Media - #NYC




Stance Expressions - Meia moderna



sexta-feira, 26 de setembro de 2014

O Surto - Litoral

Clip de Litoral, da banda carioca O Surto, tem direção e produção de Rick Werneck, além de participação de Victor Ribas

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Essência tubular

Kate Upton - Top model no mundo da lua




Quem não consegue apreciar direito a modelo no vídeo sem gravidade pode clicar neste aí de cima 

My Home Break - Tomas Hermes tá em casa

Local de Barra Velha (SC), Tomas Hermes exibe o pico em My Home Break. Clique aqui para acessar o site Deriva e confira outros vídeos irados do catarinense e veja abaixo o photo book de uma trip dele pela Argentina. Foto: Reprodução



Julio Adler une o útil ao agradável

Carioca Julio Adler vai para Maldivas cobrir campeonato e invade o mar entre a semi e a final  em Sultans. Confira no vídeo abaixo. Na foto acima, ele mostra as quilhas em algum pico do Rio de Janeiro. Foto: Fábio Minduim


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Ricardo dos Santos sai na capa da Surfer

Ricardinho realiza o sonho de uma vida ao sair na capa da revista Surfer

Por Fernando Iesca

A edição de novembro da Surfer Magazine traz o catarinense Ricardo dos Santos em sua capa azul e tubular, totalmente em pé e à vontade dentro de um salão de respeito na Indonésia.

"Essa capa é basicamente um dos meus objetivos como surfista nesta vida, já que esta é a revista mais tradicional do mundo do surf", comemora Ricardinho falando sobre a publicação editada na Califórnia desde 1959.

O big rider ficou na mira dos holofotes estrangeiros depois de ser clicado na esquerda da bancada de Kandui. "Foi um swell que surgiu meio que do nada, na sorte. Sabíamos que duraria apenas um dia, por isso tentei aproveitá-lo ao máximo. Lembro que por volta do meio-dia, a galera do barco me chamou para voltar ao resort para comer, mas resolvi ficar na água. Foi quando aconteceu de eu pegar essa onda", destaca o atleta de 23 anos.

"Foi um mar épico e vi algumas das ondas mais lindas da minha vida quebrarem em sequência. Eu sabia do potencial do swell e permaneci o tempo todo buscando uma foto digna de capa. No fim das contas, ela aconteceu bem no momento em que apostei um pouco mais e abri mão do descanso", explica Ricardinho, conhecido por sempre ir ao limite e buscar a perfeição em suas atividades no surf.

Um detalhe curioso é que a prancha da foto durou apenas uma onda, antes de quebrar na session, porém o suficiente para fazer a foto de capa da Surfer.

Sobre a Billabong A Billabong é uma marca australiana fundada em 1973 pelo surfista e shaper Gordon Merchant e por sua esposa, Rena Merchant. Apaixonados pelo lifestyle da cultura surf, foram os inovadores do mercado de boardshorts. No Brasil desde 2000, pelo Grupo GSM Brasil, a Billabong se destaca como uma das principais representantes dos esportes de ação.

Running on Rails - Kaléu enquadra Medina em Trestles

Gabriel Medina, líder do circuito mundial, fica pelas quartas de final do Hurley Pro, mas estraçalha no free surf em Trestles. Cinegrafista Kaléu Wildner acompanha o Top 1 e monta Running on Rails com os melhores momentos da passagem de Medina pela Califórnia, com um arsenal explosivo de manobras progressivas e muito agressivas!




terça-feira, 23 de setembro de 2014

Jordy Smith escapa de levar multa da ASP

Jordy Smith e o boné da Red Bull durante a premiação do Hurley Pro. Foto: ASP


A nova ASP, uma vez conhecida como ZooSea, futuramente WSL, ainda confunde um pouco os próprios competidores.

Logo depois de ganhar o Hurley Pro em Trestles, o sul africano Jordy Smith vestiu seu boné da Red Bull, pegou sua latinha do energético e partiu rumo ao pódio, receber seu prêmio.

Procedimentos de rotina, diria o delegado, mas não nesse novo mundo corporativo da ASP/WSL.

Voltando um pouco no tempo, antes de começar o Quik Pro, primeira etapa do Tour, todos competidores foram convocados para uma reunião no Hotel Coolangatta – técnicos e empresários não eram permitidos.

Cada um dos surfistas no WCT, homens e mulheres, receberam um contrato, já negociado anteriormente pela entidade que representa os surfistas profissionais, a World Professional Surfers, e todos assinaram.

Segundo a revista/site australiano Stab, nesse contrato estava previsto que os surfistas poderiam usar os bonés dos seus patrocinadores se houvesse a cláusula, Usar boné NO palanque, caso seus contratos tenham sido assinado antes de fevereiro de 2014.

A mesma Stab fez uma entrevista com Jordy sobre a confusão da multa de US $ 50.000.

O Woohoo tomou a liberdade de traduzi-la para seus leitores.

Leia abaixo

Stab: Você poderia estar com menos 50 mil dólares no banco agora.

Jordy: Sim! Por sorte eu nunca levei uma multa.

Stab: Como isso aconteceu?

Jordy: Eu estava ali, antes de subir no pódio e aconteceu uma falha de comunicação. Eu não tenho certeza, mas acho que se você assinou seu contrato até uma determinada data você pode usar o boné da Red Bull ali na premiação. Se assinou depois, não pode… Eles também não estavam certos sobre o meu contrato e então eu pensei: “Porra! Se for pra fazer parte disso tudo vou usar meu boné. Aí eles falaram: tá sabendo que se usar o boné vai pagar 50 mil de multa?”. Eu pensei no contrato e achei melhor encarar a multa.

[Nota da Redação - Jordy fez uma conta rápida, 100.000  Dólares da premiação, mais o bônus (a Red Bull normalmente oferece 25.000 de prêmio por uma vitória), e acrescentou ainda o salário de 350.0000/Ano]
Stab: Como assim? Vai buscar seus direitos ou vai pagar a multa?

Jordy: Eu disse Ok. Se forem me multar, vou pagar os 50 mil. Meus patrocindores que tomam conta de mim e pagam minhas viagens pelo Tour. Vai sobrar pra mim no final das contas. Antes de eu subir, eles mudaram o discurso: “OK. Na verdade você pode subir com o boné.”

Stab: Então você escapou por pouco.

Jordy: Sim. E eles disseram que eu não poderia levar a latinha, mas que poderia levar a prancha. No final deu tudo certo.

Stab:  A Sally Fitzgibbons não usou o bone da Red Bull no pódio.

Jordy: Ela tinha dois bones diferentes. Eu pensei “Uau, isso é de verdade.” Ela estava com um que tinha a Red Bull e alguns seus patrocinadores. No outro estava o restante de seus patrocinadores. Eu acho que ela assinou o contrato depois da data limite estipulada.

Stab:  Você pode segurar a latinha quando vence o Campeonato e sai carregado?
http://www.woohoo.com.br/jordy-quase-multado-pela-asp/
Jordy:  Sim. Eu tenho certeza de que você pode segurar a latinha. Só não pode no pódio. Não acha?

Stab:  Você ganha um bonus para beber da latinha depois das vitórias?

Jordy:  Não. Nada extra. Sou apenas um bom funcionário

Stab:  E as latas da red Bull exibidas no seu vestiário?

Jordy:  Cara, eu acho que seis ou setes latinhas foram levadas. São minha propriedade! Fui roubado (rsrsrs)! Eu desci lá e falei com Damien Fahrenfort. Estão arruinando minha ração de Red Bull. Todo dia eu levava umas duas latinhas extras já sabendo que as pessoas estariam com sede durante o campeonato.

Fonte Woohoo

Kolohe Andino encomenda pizza na saída do tubo em Teahupoo

Comercial da Visa apresenta toda fissura de Kolohe Andino pela pizza depois do surf

Viagens viajantes

Blasfêmeas de verão


Direito do Mar - ONU apoia medidas da Global Ocean Commission

Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar apoia medidas da Global Ocean Commission



Pela falta de legislação nas águas internacionais, a iniciativa pretende reverter o processo de degradação do ecossistema marinho nos próximos cinco anos

O planeta Terra tem cerca de três quartos de sua superfície coberta por água e, apesar disso, esse é um dos recursos mais maltratados e o que causa maior preocupação em relação ao futuro. Por isso, com o objetivo de acabar com a destruição dos fundos marinhos, poluição e pesca predatória, foi criada em fevereiro de 2013, a Global Ocean Commission, composta por uma equipe multinacional de renomados representantes políticos e empresários.

Com o apoio da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), da ONU, a comissão busca restaurar a produtividade dos oceanos a partir de uma gestão de recursos, pois por conta da ausência de uma governança adequada, alguns continentes acabam abusando da liberdade e, constantemente, saqueiam as riquezas marítimas desprotegidas. Pensando nisso, a comissão pretende aumentar a regulamentação na utilização deste recurso já que cerca de 64% da área ocupada pelos oceanos é alto mar, ou seja, não tem jurisdição de qualquer país.

“Nossas propostas são prioridades deste momento para evitar a destruição da fauna e da flora. Aos poucos muitas espécies estão sendo extintas, os corais estão desaparecendo, a pesca predatória por arrastão, que acaba levando toda vida marinha grudada no fundo do mar, está aumentando grandemente, entre outras coisas”, explica Luiz Fernando Furlan, ex-ministro do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e atual Comissário Brasileiro da Global Ocean Commission.

Para que os danos causados no ecossistema marinho sejam reversíveis é necessário que as mudanças ocorram em até cinco anos. Tal recomendação afeta principalmente países como os Estados Unidos, a União Europeia, a China e o Japão.

“O aquecimento dos mares vai destruir países inteiros. Alguns vão acabar completamente cobertos de água e vão desaparecer. Muitos podem não se dar conta, mas há grandes chances da orla de Copacabana desaparecer com todos esses efeitos que os cientistas estão prevendo por conta do aumento do nível do mar. Por isso, quanto mais gente apoiar a causa da comissão, mais fácil será que as Nações Unidas se movam e convençam seus países associados a aderir também”, diz o comissário.

A Global Ocean Commission, composta por dezessete representantes que são ex-chefes de Estado, Governo, ministros e líderes empresariais proeminentes, passou cerca de 18 meses investigando o declínio dos oceanos para criar o relatório "Do declínio à recuperação: um plano de salvação para os oceanos do mundo", em que especificam oito objetivos e propostas para restaurar e proteger os mares. Entre os principais passos, estão em destaque a pesca ilegal (que tem impactos ecológicos, econômicos e sociais) e, claro, a contaminação, que fazem com que todos os países sejam afetados, em especial os em desenvolvimento que, muitas vezes, dependem dos oceanos para segurança alimentar.

"Cerca de 60 por cento destas subvenções fomentam práticas insustentáveis e sem elas a indústria pesqueira em alto-mar não é financeiramente viável", especifica o relatório. Além disso, a conservação da fauna marinha também ajuda a amenizar os efeitos do aquecimento global, já que os peixes e outras formas de vida aquática em alto mar absorvem o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera, o suficiente para poupar mais de US$200 bilhões em danos climáticos anuais.

“Quando nos damos conta do aquecimento global e da acidificação das águas do oceano, e que isso tudo vai mudar a vida das gerações futuras, é preciso pensar em soluções para reverter esse quadro, pois em algumas regiões do mundo a vida da pessoa já está completamente diferente por conta dessas mudanças. Há lugares na China onde as pessoas andam de máscara nas ruas por conta do ar poluído. Para nós, brasileiros, isso tudo parece uma coisa muito distante, pois vemos apenas o rio Tietê, o rio Pinheiros, a lagoa Rodrigo de Freitas, a sujeira da Baía de Guanabara para as Olimpíadas, mas isso é apenas aquilo que os olhos podem ver. A comissão procura ver além, olhar tudo que está acontecendo fora de nossas vistas para sensibilizar as pessoas a evitar que o pior aconteça”, esclarece Dr. Furlan.

Confira abaixo as propostas da Global Ocean Commission para a melhoria dos oceanos

Proposta 1: Por meio de uma meta de desenvolvimento sustentável a Global Ocean Commission quer reduzir a perda da biodiversidade marinha eliminando a pesca ilegal e reduzindo em 50% a quantidade de resíduos plásticos no ambiente marinho

Proposta 2: Para cuidar dos mares a comissão propõe a criação de organizações regionais para gestão do oceano e o fortalecimento da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM)

Proposta 3: Para acabar com a sobrepesca e a pesca ilegal a GOC pede que sejam adotados três passos: transparência integral dos subsídios à pesca, classificação para identificar e distinguir aqueles que são prejudiciais e limitação dos subsídios para combustíveis utilizados na pesca em alto mar nos próximos cinco anos. Atualmente a frota pesqueira mundial é 2,5 vezes maior do que o necessário para que as capturas sejam sustentáveis.

Proposta 4: Além dos impactos ambientais, a pesca ilegal tem impactos econômicos e sociais que afetam, em especial, os países em desenvolvimento. Para acabar com a prática, é preciso, por meio de compromisso e cooperação, punir os praticantes

Proposta 5: Ações coordenadas dos governos, do setor privado e da sociedade para incentivar a reciclagem e conscientizar o consumidor, já que 80% dos resíduos encontrados no mar vem do continente, essa medida é essencial

Proposta 6: Os impactos da exploração de petróleo e gás são também responsáveis pela perturbação da vida marinha, por isso a comissão pretende estabelecer padrões internacionais de segurança e responsabilidade para essa atividade

Proposta 7: Para conseguir monitorar todo o progresso das propostas feitas em direção a um oceano mais saudável a comissão recomenda a criação de um comitê independente de responsabilidade pelos oceanos

Proposta 8: A fim de conseguir alcançar os objetivos propostos, é necessária a criação de uma Zona de Regeneração em Alto Mar, uma região onde não seria liberada a pesca. Tal medida não afetaria a economia, pois apenas 1% das espécies de peixes é capturado exclusivamente em alto mar, e ainda traria um alto impacto ambiental positivo com pequeno custo.

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Associação de Niterói - 34 anos de altas ondas



Por Gilberto Pereira


Em clima de festa, a Associação de Surfe de Niterói está comemorando 34 anos de muito trabalho no desenvolvimento do esporte na cidade. Está entre as principais associações de surfe do Brasil e uma das poucas no Estado do Rio de Janeiro que está realizando o circuito principal e o da nova geração.

É uma das mais antigas do país e começou em uma casa de praia em Saquarema, onde há mais de 30 anos os surfistas niteroienses Élvio Pereira, Antônio Merrê, Jorge Todaro, Sergio Zveiter entre outros amigos se reuniam.

O esforço e o trabalho da ASN ao longo desses 34 anos é reconhecido por surfistas de todo país, e tem como finalidade desenvolver a prática do surfe, promover e organizar eventos e manifestações de caráter esportivo, social, cultural, cívico e ecológico.

“Ser o presidente de uma das associações mais respeitadas do país é uma responsabilidade muito grande, por isso me dedico tanto para dar continuidade a esse belo trabalho que foi plantado há 34 anos atrás. Estou muito feliz com os resultados apresentados pelos nossos atletas da nova geração nas competições fora da cidade.” Afirma Renato Bastos.

Empossada desde 2005, a gestão é a mesma neste biênio de 2013/14, composta pelo presidente Renato Bastos e o vice Renato Fraga, entre outros membros da diretoria.

Atualmente a associação está organizando três etapas do circuito principal e mais três do circuito nova geração, que vem revelando novos talentos na cidade e há bastante tempo fazendo campeões no circuito estadual.

Os 34 anos da ASN vão ser comemorados de uma maneira bem legal, com a realização da terceira e última etapa do Circuito ASN Cyclone Nova Geração de Surf 2014, na praia de Itacoatiara ou Canal de Itaipu, dia 27 ou 28 de setembro. No sábado a noite vai acontecer uma festa na Boate Casa, em Icaraí. Afinal, não é sempre que uma entidade permanece por tanto tempo na crista da onda. Portanto nada mais justo que essa data seja comemorada em grande estilo, para que fique mais uma vez na memória de todos, em especial daqueles que sempre lutaram, trabalharam, patrocinaram, apoiaram e torceram pelo sucesso da ASN.


Festa de Aniversário de 34 Anos da Associação de Surfe de Niterói – ASN
Local: Boate Casa. Rua Mariz e Barros, 397, Icaraí.
Data: 27 de setembro de 2014.
Atrações: Show com a banda Rock Bravo (formado por integrantes da banda Rainha da Noite), DJs Fillippo Batista, Gustavo Magôo, vídeos de surfe no telão e coquetel das 22:00h às 24:00h para os convidados.
Informações: Gilberto Pereira Promoter & Black Firma Eventos. Telefone: 9-9323-1910. E-mail: gilbertoeventos@gmail.com 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Simplesmente Surf, a última onda de John Severson



Cultura e lifestyle do esporte dão vida ao livro Surf, de John Severson, fundador da revista Surfer

Southern California, 1960.

John Severson é fundador da Surfer, primeira revista a celebrar e a revolucionar o surf.

Nascido no ano de 1933 em Los Angeles, Califórnia, Severson é o artista mais influenciador do esporte, com uma história de percepção, obsessão e fascínio pela cultura pop do ambiente da praia.

Durante seis décadas produziu filmes como Surf Safari, Surf Fever e Big Wednesday, dando uma valiosa contribuição para a composição da imagem do surf enquanto esporte iconográfico, espalhando na mídia toda a alma e cultura do surf.

E o livro que só poderia se chamar simplesmente Surf explora justamente a odisseia singular do autor pela pintura, fotografia, cinema e publicações do esporte, com contribuições de Gerry Lopez e de Drew Kampion, este também um ex-editor da Surfer.

Com fotos fantásticas e textos que reproduzem as aventuras nas ondas e nas praias, Surf retrata o nascimento da cultura moderna de praia, um testemunho grandioso do oceano e a história daqueles que o desafiam.

Fonte Damiani Editore

Clique aqui para comprar Surf, de John Severson

Clique aqui para ler artigo sobre Surf no NY Times

The New York Times

Republica

Surf Session

John Severson: escritório na praia desde os tempos do pombo-correio

Gerry Lopez em Ala Moana, South Shore da ilha de Oahu, foto para capa da Surfer


John Severson (esquerda) trabalha a edição da Surfer com o diretor de arte Leo Bestgen

Posters e filmes de surf: cultura disseminada

Surf teaser


Lendário Greg Noll em Pipeline num dia de outer reef, foto histórica